segunda-feira, 17 de maio de 2010

Ora ye yê ô!!!


Oxum me emprestou o seu abebe e eu vi no espelho, eu vi quando aquelas entidades começaram a rodar... rodar... rodar... tão lindas elas!!! Algumas cantavam também. As vozes reverberavam até o último fio de cabelo. Naquele momento eu não podia sentir nenhum tipo de sentimento inferior, daqueles referentes à mim e a todo o resto. Alí eu fui capaz de amar no sentido mais pleno da palavra. Uma embriaguez deliciosa e indescritível. Aquelas lágrimas minhas, que eram as suas águas, me aconchegavam tão gostoso!.............

Difícil esquecer!!!! Salve minha mãe Oxum!

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